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População de Congonhas no estado de alerta máximo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019 às 20:43 - por, redacao.

Represa “Casa de Pedra”


Em 2017, represa de rejeitos foi denunciada com suspeita de infiltrações. Após uma nova tragédia em Minas, moradores se unem para evitar um genocídio.


Diante de denúncias realizadas pela imprensa mineira (Rede Globo-Bom dia Minas) Um parecer técnico do MPMG mostrava riscos de rompimento da barragem na cidade de  Congonhas/MG. Na ocasião (6/10/2017) a reportagem mostrava vários problemas que colocavam a comunidade em perigo. No alerta, as denúncias mostravam que a barragem faz divisa com bairros residenciais e em caso de rompimento, a grande quantidade de rejeito da represa “Casa de Pedra” na CSN, com mais de 100.000.000 milhões de metros cúbicos, poderia se transformar  em uma das maiores tragédias mundiais se ocorresse um rompimento.

Veja a reportagem denúncia editada pelo G1 em (6/10/2017)

 –  Reportagem do G1 

 –  Outro vídeo 

 Depois do segundo caso envolvendo represas, a cidade de Congonhas está em alerta total.

Nesta terça-feira (29/1), a população da vizinha cidade de Congonhas/MG se movimenta para tomar rumos e providências definitivas a respeito da barragem de “Casa de Pedra”, pertencente à Companhia Siderúrgica Nacional/CSN.

Entre 2017 e 2018 o assunto foi amplamente discutido e publicado pela imprensa. Com a catástrofe registrada em Brumadinho, a população de Congonhas se mobiliza para voltar a discutir o assunto em reunião marcada para esta terça-feira (29/1), na rua Carlota Cordeiro, 40, bairro residencial, onde toda população da cidade está sendo conclamada a participa do  “SOS BARRAGEM”. No encontro é previsto a participação de políticos, missionários, sindicalista, União das Associações Comunitárias de Congonhas (UNACON) e representantes dos poderes Executivos, Legislativos e Judiciário.

Foto: No registro se pode observar, abaixo da maior represa de rejeitos da América Latina, a cidade de Congonhas.  Com 100.000.000 milhões de metros cúbicos ,  ou seja 10 vezes maior que Brumadinho, um risco constante.